Os maldizentes
Edificando sobre fundamento alheio
“Porque eles dizem: As cartas dele são graves e fortes, mas sua presença corporal é fraca, e sua palavra desprezível. Considere o tal isto, que, quais somos no falar por cartas, estando ausentes, tais seremos também no fazer, estando presentes.” II Cor 10;10 e 11
Falsos apóstolos em Corinto, após a passagem de Paulo, estavam desfazendo de Paulo e das obras que ele fizera. Diziam que ele era valentão de longe, por cartas, pessoalmente não era de nada. Tais bravatas chegaram aos ouvidos dele.
O que aqueles farsantes estavam fazendo era precisamente o que acusavam Paulo de fazer. Mostrar valentia de longe. Eis a “virtude” dos invejosos! Desfazer daquele que anda bem.
Sabedor daquelas bravatas, o apóstolo mandou o recado aos corajosos remotos. Desgraçadamente, o povo que deveria ser o mais sábio da terra, peca por falta de discernimento. Eventualmente despreza quem tem rico depósito de trabalhos prestados, e recebe farsantes cujo único mérito é ser arrogante e maldizente.
Sutilmente Paulo mostrou os “méritos” daqueles comparados aos seus; “Não nos gloriando além da medida em trabalhos alheios…” v 15
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