O tempo oportuno
O convite para a salvação
“Eu me levantei para abrir ao meu amado; minhas mãos destilavam mirra, meus dedos gotejavam mirra sobre as aldravas da fechadura. Eu abri ao meu amado, mas ele já se tinha ido embora. A minha alma tinha desfalecido quando ele falara. Busquei-o, mas não o pude encontrar; chamei-o, porém ele não me respondeu.” Ct 5;5 e 6
Ao ouvir seu amado batendo à porta a mulher demorou-se, com argumentos lógicos. “Já despi minha túnica; como a tornarei a vestir? já lavei meus pés; como os tornarei a sujar?” v 3
Quando, enfim, decidiu-se, era tarde demais, ele já tinha ido.
Essa nuance da poesia pode muito bem figurar aos que ouvem o chamado do amor de Jesus, movem-se internamente desejando atender; mas, alguns “argumentos lógicos” atrapalham. O mesmo risco, de decidir favoravelmente, quando for tarde.
Jeremias retrata uma sina assim: “Passou a sega, findou o verão, e não estamos salvos.” Jr 8;20
Não percamos de vista a urgência e importância do que está em jogo. “… Hoje, se ouvirdes Sua Voz, não endureçais vossos corações…” Heb 3;15
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