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O pecado solene

O pecado solene

Compensação que não compensa

“Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras. Corra, porém, a justiça como as águas, retidão, como o ribeiro perene.” Am 5;23 e 24 

Repreensões do Senhor a um povo insensato, que achava que Ele gosta mais de cultos que de frutos.  

A tentativa insana de “compensar” eventuais desobediências, com “agrados” como se O Todo Poderoso, estivesse ao nível de humanos, infantis, não passa de “acrescentar pecado a pecado” como dissera Isaías. 

Nosso culto não é a causa do relacionamento com O Eterno; é consequência. 

Andamos com Ele no dia a dia, atrelando nossas ações aos parâmetros da Sua doutrina. No culto lhe rendemos graças, prestamos adoração, eventualmente, confessamos culpas em busca de perdão. 

Não somos tão “descolados”, como os desigrejados, que não carecem congregar; tampouco, alienados ao ponto de pensar que Deus reside nas congregações; que precisaria ser agradado lá e poderia ser esquecido em nossos passos cotidianos.  

Sua Palavra é categórica: “Sejam sempre alvas as tuas vestes, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.” Ecl 9;8 

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