Afinal, julgar ou não?
O lugar do juízo
“Não julgueis, para que não sejais julgados.” Mat 7;1
“… Ora, se o mundo há de ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?” I Cor 6;2
Estamos diante duma “contradição” bíblica, das que ensejam o deleite dos ignorantes. Pegam Deus numa “saia justa” e descartam Sua palavra, por indigna de crédito.
O ensino sobre o cisco no olho alheio e trave no próprio, bastam para evidenciar qual o julgamento indevido. O juízo hipócrita.
O julgamento reclamado por Paulo, a rigor, é discernimento das coisas segundo Deus. Um erro crasso que qualquer beócio identificaria, estava acontecendo na Igreja. “Não sabeis julgar as coisas mínimas?
O Salvador ensinou: “Não julgueis pela aparência mas, julgai segundo o reto juízo.” Jo 7;24
Afinal, como podemos rejeitar coisas más, que O Senhor ordena, sem antes as identificarmos? Como fazer isso sem julgar?
“Fazer justiça, julgar com retidão é mais aceitável ao Senhor, que oferecer-lhe sacrifício.” Prov 21;3
Enfim, não sejamos hipócritas censurando no outro, erros latentes em nós; nem estúpidos deixando de ver, o que A Palavra de Deus nos mostra.
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