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O interior, dum “pecado capital”

O interior, dum “pecado capital”

Uma concessão aos salvos

“Deus é um juiz justo, um Deus que sente ira todos os dias.” Sal 7;11 

O catolicismo alistou à ira como sendo um “pecado capital”. Assim, necessária seria a conclusão, que Deus peca. Aliás, jesus teria pecado, uma vez que se irou e fez estragos na feirinha dos cambiadores no templo. 

A ira é um gatilho que pode disparar, tanto de um coração ímpio, quanto, de um justo. 

Como acontece com todas as coisas relativas, dependerá da relação com sua causa, para que se possa ver, se ela é justa ou pecaminosa. 

Diante duma grande injustiça, desfaçatez, ou covardia, apenas um completo pusilânime não sentiria ira. Junto aos hipócritas, João Batista brandiu um machado; O Senhor os chamou de sepulcros caiados. Sim a hipocrisia enseja ira, porque veste uma alma feia, que sai airosa, posando de bonita com vestes roubadas. 

Atinente a nós, os cristãos, a ira é uma concessão. Dado que, inevitável, em certas situações, não devemos agir, no afã do seu ardor. “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre vossa ira.” Ef 4;26 

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