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Os limites antigos

Os limites antigos

Respeito à propriedade

“Não removas os limites antigos que teus pais fixaram.” Prov 22;28 

Já ouvi pessoas interpretando esse texto de modo indevido. 

Fazendo dele um bastião, para a preservação das tradições das suas práticas favoritas. “Nos tempos das igrejas de chão batido era assim; na época do falecido pastor fulano, não podia fazer isso, aquilo e aquilo outro, e o trabalho era uma bênção. 

Depois que aquelas “doutrinas” foram removidas, a igreja esfriou. A Palavra ensina: “Não removas os limites antigos que teus pais fixaram.” 

Que, a fidelidade a Deus tende ao esfriamento, à medida que o tempo passa é uma triste verdade. O Salvador vaticinou o esfriamento do amor e a multiplicação da iniquidade. 

Contudo, que, voltar às práticas antigas seja o sentido do texto é discutível. 

As propriedades de terras, raramente tinham cercas, como hoje. Então, nos termos entre uma e outra, eram colocados “marcos”; pedras dispostas de determinada maneira que fosse entendido o significado.  

Logo, não remover limites antigos se refere a não mudar os marcos de lugar, aumentando sua posse e diminuindo a do semelhante; “não furtarás.” 

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