Amor ao dinheiro
Asas atrofiadas
“Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação, em laço, em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.” I Tim 6;9
Não que seja pecado alguém enriquecer com trabalho, empreendedorismo. O texto alude aos que se dão a essa cobiça, mesclando-a com coisas espirituais. Usam pretextos religiosos para manipulações materialistas.
O contexto menciona o amor ao dinheiro como uma doença a se evitar. A dificuldade em identificar as verdadeiras riquezas é um mal disseminado. A maioria, embora mencione “en passant”, as “coisas que o dinheiro não compra,” vendem a alma ao canhoto, pelo dinheiro.
A Bíblia traz exemplos trágicos dos que venderam a alma pela matéria. Geazi o moço de Eliseu; Judas e suas trinta moedas; Simão o mago de Samaria; três tristes exemplos de gente que colocou um dinheiro num lugar mais alto do que lhe cabe.
O primeiro ficou leproso pela cobiça; Judas se enforcou de remorso; Simão se arrependeu, depois da advertência de Pedro.
O dinheiro no devido lugar é uma bênção. Tenhamos o possível, sem permitir que ele nos tenha. “… Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Mat 6;24
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário