Deus e os números
A precisão Divina
“Todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze; de Davi até a deportação para Babilônia, catorze; da deportação para Babilônia até Cristo, catorze gerações.” Mat 1;17
A relação de Deus com os números merece ser estudada. 42 gerações desde Abraão a Cristo, em três blocos de catorze.
Desde a criação, cada dia foi descrito separadamente; o que nele foi feito. Sendo o homem, produto do dia seis.
À nação de Israel, doze patriarcas; à Igreja, doze apóstolos. O número do homem em dobro; são necessárias duas testemunhas para que a coisas sejam validadas. A Bíblia com 66 livros.
O 40 se repete bastante; o sete, número da Perfeição Divina, merece um tratado especial, pela sua incidência. Por razões Suas, Deus usa certos números com especial predileção.
Para Daniel, dividiu em setenta setes, o tempo até o Messias. O derramamento do Espírito Santo foi em Pentecostes; sete semanas depois da Páscoa, da ressurreição.
Por fim, o inimigo virá encenando ser Deus, sob o número 666; inglória tentativa da criatura de imitar ao Criador.
Três; imitando Pai, Filho e Espírito Santo; O dragão, o Anticristo e o Falso Profeta. Quem conhece o 777, não será enganado pelo 666.
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