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A oração do Fariseu

A oração do Fariseu

Cheio de si, vazio de Deus

“O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano.” Luc 18;11 

Segundo podemos ver pelas suas palavras, o fariseu não precisava de nada da parte do Senhor. Estava “vendendo saúde” espiritual, e por isso louvava a Deus, agradecido. 

De novo se impõe a frase de Spurgeon, sobre os hábitos “higiênicos” dos de boa índole; “Os melhores homens que conheci estavam sempre descontentes consigo mesmos; inquietos perscrutando eventuais erros e desejando se tornar melhores de alguma forma.”   

Davi confessou sua insipiência e incapacidade de identificar todos os erros; assim, orou: “Quem pode discernir os próprios erros? Purifica-me Tu dos que me são ocultos.” Sal 19;12 

Ora quem precisaria “falar com Deus” para se vangloriar? Se há alguma coisa que, podemos aprender com a oração do Fariseu em apreço, pois, é o que não fazer. 

“Observando os erros alheios, o homem prudente corrige os seus.” Oswaldo Cruz. 

Afinal, “… todo o que a si mesmo exaltar, será humilhado; mas o que a si mesmo humilhar, será exaltado.” Luc 18;14 

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