A declaração de amor
A espera de correspondência
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha vida eterna.” Jo 3;16
Algumas coisas atinentes ao trato do Criador com o homem pedem ser entendidas aqui.
A universalidade do Amor Divino. Quando diz que amou o mundo, não se refere ao sistema mundano com seus valores inversos que se lhe opõe; antes, à totalidade das pessoas, de todas as nações, etnias, culturas…
Como expressou esse amor? “… deu Seu Filho unigênito…” Um “amor” que não vai além de palavras deixa motivos para que não se acredite na veracidade dele; contudo, O Eterno deu a mais eloquente demonstração; Seu Filho.
A condição indispensável e arbitrária para se salvar; “… todo aquele que Nele crê…” Isso elimina a ideia calvinista de pré-escolhidos; Deus escolhe aos que creem.
Mas, e a predestinação? Significa que preparou de antemão os destinos dos que vierem a crer; “… não pereça, mas tenha vida eterna.”
Como todo o amor, o de Deus, espera ser correspondido. Eventual resposta positiva, também não deve ser com palavras apenas. “Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos.” Jo 14;15
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