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Às armas, cidadãos!

Às armas, cidadãos!

O necessário combate.

“Desta maneira nem eu, nem meus irmãos, nem meus moços, nem os homens da guarda que me acompanhavam largávamos as nossas vestes; cada um ia com a arma à sua direita.” Ne 4;23 

A reconstrução dos muros de Jerusalém, enfrentava grande oposição dos povos circunvizinhos, que não queriam ver o bem dos judeus. 

Sob Neemias, estavam laborando numa mescla de trabalho e combate. Ferramentas à mão, armas por perto. 

De certo modo, toda a “reconstrução”, de vidas que estavam perdidas e são chamadas para a salvação, requer processo semelhante. Um tanto de edificação, outro tanto, de combate.  

Ensinamos alguns versos bíblicos, e logo vêm os povos da oposição, desfazendo nosso trabalho, afirmando coisas diversas.  

Paulo esmiúça o necessário embate; “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo;” II Cor 10;4 e 5 

Duas frentes eles atacam; o conhecimento de Deus, e a obediência a Cristo.  

Quanto a eventuais discípulos, devemos ser edificadores; atinente aos ataques do inimigo, bravos combatentes. Numa mão as ferramentas, n’outra, as armas.

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