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Os juízes injustos

Os juízes injustos

Os juízos genéricos, parciais

“Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” Mat 7;19 e 20 

Nada poderia ser mais elementar que esse exemplo, retirado da natureza, para avaliar o caráter humano, a partir do comportamento. 

Porém, nem sempre o óbvio é tão óbvio assim. 

Onde pré-disposições de alma interferem, as coisas simples, acabam complicadas.  

Não raro, o parâmetro que serviria para análise de cada árvore em particular, uma vez encontrado numa, acaba sendo projetado sobre toda a floresta. 

Se um Padre incorre num escândalo, presto dirão que todos os católicos são assim; caso seja um pastor; idem. Quando Paulo Júnior que se dizia cristão reformado tropeçou, muitos disseram; “Viu como são os reformados?” Com os pentecostais acontece o mesmo.  

Alguns fazem vídeos, com o “profeta” Miguel de Oliveira na capa, como se, ele fosse um legítimo representante dos pentecostais etc.  

Como disse Tolstoi, “Há quem, passando por uma floresta, tudo o que vê é lenha para a sua fogueira.” 

Assim são os parciais, juízes injustos que, por desonestidade, generalizam, banalizam tudo. Deus não age assim, tampouco avaliza aos que o fazem; “O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, são abomináveis ao Senhor, tanto um como o outro.” Prov 17;15 

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