A “intromissão” do amor
As necessárias correções
“Aquele que diz estar na luz, e odeia seu irmão, até agora está nas trevas. Quem ama a seu irmão permanece na luz, nele não há tropeço.” I Jo 2;9 e 10
Embora A Palavra de Deus espelha, de modo inequívoco, o que eventuais sentimentos significam. Acima vemos, amor e ódio, ao semelhante, associados a luz e trevas.
Mais de uma vez O Salvador curou cegos. Pois, a cegueira do ódio requer uma “cura” com nossa participação.
Nesse tempo de palavras anêmicas, “amor” também padece de anemia de significado. Não raro é associado com concordância, permissividade, apoio incondicional. Quando identificamos no semelhante, atitudes deletérias, é um ato de amor, adverti-lo.
Bancar o desentendido, indiferente, é um derivado do ódio. Como O Eterno evidencia Seu amor para conosco? “O Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como a filhos; pois, qual é o filho a quem o pai não corrija?” Heb 12;6 e 7
Aquele que evita a correção necessária para não “se meter na vida alheia”, ama apenas a si próprio, ao comodismo. “Ama ao teu próximo como a ti mesmo.”
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