Quem sabe o que fez, e o que não
Necessária convicção
“Longe de mim que eu vos dê razão; até que eu morra, nunca apartarei de mim, minha integridade.” Jó 27;5
A convicção e o fanatismo parecem frutos do mesmo baraço; mas sequer, da mesma horta são.
O fanatismo se fecha cego, como um quelônio na carapaça, alheio a rever posições, malgrado, motivos baseados em sólidos argumentos, existam; a convicção verte de um relacionamento, que permite conhecer e experienciar, a validade dos postulados defendidos.
No caso de Jó, seus três amigos estavam de acordo, que a causa das suas desventuras, seriam pecados ocultos, aos quais desejavam que ele confessasse, se arrependesse. Então o patriarca disse as palavras acima. “Longe de mim que eu vos dê razão; até que eu morra, nunca apartarei de mim, minha integridade”.
O que estava em apreço era seu comportamento pretérito; bem sabia como tinha se conduzido, fácil ter convicção.
Danem-se as pressões sociais, são firmes os nossos passos! Somos o que somos, não o que outros desejam que nos tornemos.
Quem faz a boa escolha em relação aos caminhos, se, pressionado, deve tomar para si as palavras ditas a Jeremias; “… tornem-se eles a ti, mas não voltes tu a eles.” Jr 15;19
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