A Divina instrução
Cercas que nos protegem
“Filho meu, não te esqueças da Minha instrução, teu coração guarde os Meus Mandamentos.” Prov 3;1
Normalmente temos memória seletiva; lembramos do que queremos, dispensamos o demais.
Instrução, não é o tipo da coisa que apraz lembrar. Porém, o exercício continuado nas coisas santas, inicialmente se nos torna um hábito; colhidos alguns frutos, pouco a pouco se mostra deleitoso.
O bendito do salmo primeiro é um que, “Tem seu prazer na Lei do Senhor, na Sua Lei medita dia e noite.” Sal 1;2
O coração guardar Divinos mandados, requer um processo, pelo qual, seja conquistado.
Quando, mediante ensino, edificação, entendemos que a instrução Divina atina ao nosso bem, as “cercas” que nos restringem são para nossa proteção, enfim, nosso coração começa a se inclinar em direção ao Divino.
As “declarações de amor” do Eterno, podem não ser como gostaríamos, mas são genuínas; “Pois, O Senhor corrige ao que ama, açoita a todo o que recebe por filho. É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como filhos; pois, qual é o filho a quem o pai não corrija?” Heb 12;6 e 7
Enfim, se guardarmos a instrução, no sentido de observá-la, ela nos guardará, no de proteger.
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