O Pai da mentira
E tantos iguais ao pai
O triturador da verdade gira com toda pressa,
a microcefalia brada defendendo o mosquito;
e uma caça ao xerife, pelos bandidos, começa,
vergonha some ante essa sina abjeta, reversa,
onde, feio decide trocar de lugar, com o bonito;
as virtudes de plástico derretendo-se no fogo,
e, filhas da honra levando umas tortas na cara;
o pacto maior reduzido, a um mesquinho jogo,
ajustar-se ao vento da arrogância ou, ao rogo,
fedelhos ameaçam pais, empunhando u’a vara;
e os “neurônios” que reviram dentro das tripas,
“pensam” e bradam justo o que o chefe manda;
assegura, ele Holanda, jamais produziu tulipas,
se, a máquina viciada, sua engrenagem engripa,
a culpa, claro! é da roda e sua habitual ciranda;
armadura de Tony Stark revestindo os bandidos,
boçais beócios torcendo pelo “Homem de Ferro”;
valores errando como meros carneiros perdidos,
imodéstia dos ratos, querendo os gatos banidos,
faltam razões, mas, seu “papa” canoniza o berro;
que vergonha assoma nas faces de gente decente!
a sofrer um nauseabundo aroma, do palácio vindo;
uma mentira nem bem esfria servem outra quente,
salvadores das próprias peles, querem a da gente,
mas, um amanhã diferente, ainda creio, está vindo…
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