Assim falai, e procedei
Luz e passos na mesma senda
“Se dissermos que temos comunhão com Ele, e andarmos nas trevas, mentimos, não praticamos a verdade;” I Jo 1;6
Para estarmos em comunhão com Deus, concorre a necessidade de que, as coisas que ensinamos, no prisma espiritual, estejam alinhados ao modo como andamos.
Tomar O Santo Nome em vão, pois, não significa mencioná-lo por uma causa pequena, que poderia ser resolvida pelas nossas mãos; antes, agir de uma maneira que seja indigna do Nome que invocamos como Senhor sobre nós.
Paulo adverte da necessidade de harmonia entre uma coisa e outra, também. “Todavia o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os Seus; aparte-se da injustiça todo aquele que profere o Nome do Senhor.” II Tim 2;19
Mais que em vão, o Nome Santo invocado pelo que atua de modo iníquo, acaba sendo profano; no caso dum ministro do Senhor, sua fala e sua vida devem apresentar uma espécie de triagem, entre o probo e o réprobo diante do Senhor, para seguir falando por Ele;
“… te restaurarei, para estares diante de Mim; se apartares o precioso do vil, serás como Minha Boca; tornem-se eles a ti, mas não voltes tu a eles.” Jr 15;19
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