Apostasia ministerial
A queda de Efraim
“Quando Efraim falava, tremia-se; foi exaltado em Israel; mas ele se fez culpado em Baal, e morreu.” Os 13;1
A culpa pela idolatria o enfraqueceu.
Antes de invocar O Nome Santo ante terceiros, precisamos tê-lo sobe nós. Fazer isso equivale a dizer: Em submissão a Ele, de acordo com Seus ensinos, Sua vontade.
Paulo adverte: “… O Senhor conhece os que são Seus; qualquer que profere o Nome de Cristo aparte-se da iniquidade.” II Tim 2;19
A eventuais atrevidos descompromissados, a questão: “… Que fazes tu em recitar Meus Estatutos, e tomar a Minha Aliança na tua boca? Visto que odeias a correção, e lanças as Minhas Palavras para detrás de ti?” Sal 50;16 e 17
Assim, o “poder” de um ministro do Evangelho nada mais é, que um aferidor espiritual de sua comunhão com O Pai, de onde ele emana.
Um probo é convincente, inquietante, desafiador, pois, fala segundo Deus; e O Eterno quando fala, faz estremecer. Diferente dos que, buscam mascarar o lapso de comunhão com acréscimo de decibéis.
O Salvador avisou: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas, aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos Céus.” Mat 7;21
Se, a iniquidade então, era, sobretudo, o culto a Baal, em nosso tempo, a mais grave é o culto ao dinheiro. A Parábola do Semeador alude às sementes que caíram entre espinhos, figura dos cuidados com as coisas do mundo, a sedução das riquezas.
A certa igreja abastada que dizia, “Rico sou, e de nada tenho falta” que o Senhor falou: “Aconselho-te que… unjas teus olhos com colírio, para que vejas.” Apoc 3;18
De Efraim está dito que, depois de ter falado com poder, se fez culpado e morreu; começou bem e perdeu-se.
A jornada dos salvos é uma graça para valentes; esses, não são os que fazem mais barulho, ou, maiores templos; antes, os que aparecem menos, por dar lugar a quem de direito, Jesus Cristo.
Quando covardes pregam, ninguém estremece, são agradáveis, jocosos, fúteis. Ministros idôneos, nesse cenário, necessariamente, serão, desmancha-prazeres, mas o remédio amargo cura.
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