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Dom de línguas e disciplina

Dom de línguas e disciplina

A prudência no exercício

“De outra maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o amém sobre a tua ação de graças aquele que ocupa o lugar de indouto, visto que não sabe o que dizes?” I Cor 14;16 

Paulo estava disciplinando o dom de línguas estranhas. Se ele fosse um “tradutor simultâneo” apenas, essa disciplina não seria necessária. 

Se, línguas fossem apenas para que se entendessem pessoas de idiomas diferentes, porque foram dadas na casa de Cornélio? Dado que judeus e romanos de comunicaram tranquilamente antes? 

Dado que, quem ouve não pode dar “amém” por não entender, necessária a conclusão que, as línguas não eram simplesmente outros idiomas a eventuais estrangeiros. 

Alguns fazem coisas jocosas, fraudulentas, pretextando ter esse dom é. Palavra da sabedoria e da ciência também são dons espirituais; não poucos falsificam suas mensagens; deveríamos concluir, por isso, que tais dons são falsos? 

Farsantes sempre haverá. Isso não elimina o genuíno. Quem recebeu esse dom não é um milímetro melhor que outrem. Todavia, não é pior. Parece que, ser pentecostal é sinônimo de ignorante, analfabeto bíblico, e “reformado” o contrário.  

Tiago ensina: “Quem dentre vós é sábio, entendido? Mostre pelo seu bom procedimento suas obras em mansidão de sabedoria.” Tg 3;13 

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