A resiliência no erro
E as consequências
“Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.” Sal 1;5
A diferença entre justos é pecadores, não é que os primeiros não pequem; antes, admitem, assumem, buscam perdão. São reputados justos, pela Justiça de Cristo a eles imputada.
Os “pecadores”, são os que normalizaram a vida em pecados; para eles, seus erros não são isso tudo; a rigor, “um direito”.
Há portas fechadas a esses; pela impiedade, aversão à vida piedosa, que os levaria a mudar, no juízo, os que nisso perseveram, perecerão.
Pecadores congregados entre os salvos, não significa que não existirão; antes, não subsistirão. A pessoa pode ficar muito tempo, em ambientes onde a virtude é ensinada, preferindo o vício; todavia, não subsistirá, não terá permissão para uma permanência perene.
A um assim, Deus disse: “Estas coisas tens feito, e Me calei; pensavas que na verdade Eu era como tu; mas te arguirei, tudo te porei à vista.” Sal 50;21
Quando Deus assim expõe ao errado, ainda usa de misericórdia. Se, endurecer o coração, fechará contra si a porta da misericórdia. “Aquele que, sendo muitas vezes repreendido, endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura.” Prov 29;1
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