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Ébrios espirituais

Ébrios espirituais

A necessária sobriedade

“Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra dum evangelista, cumpre o teu ministério.” II Tim 4;5 

Conselho de Paulo a Timóteo, para que ele não imitasse aos falsos mestres que serviam alimentos ao gosto do freguês, para “fregueses” de palatos doentios. 

“sê sóbrio” Implica na ideia que os farsantes estavam, como que, embriagados. 

A embriaguez é um torpor que atrofia a capacidade cerebral, tolhendo a sadia triagem dos fatos, paralisa o estado de polícia, forjando a inépcia no discernimento. 

O que teriam “bebido” para chegar a esse estado? Sempre que o homem deixa de ouvir integralmente ao Senhor, acaba colocando suas próprias percepções, em lugar Dele. “Confia no Senhor de todo o teu coração, não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, Ele endireitará tuas veredas. Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.” Prov 3;5 a 7 

Quando recomendados à sobriedade, a rigor, significa nos submetermos cabalmente à Palavra de Deus, sem acrescer nada. “Toda palavra de Deus é pura; é um escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às Suas Palavras, para que Ele não te repreenda e sejas achado mentiroso.” Prov 30;5 e 6 

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