A oração do justo
Equilíbrio e sensatez
“… não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário; para que eu, de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou, empobrecendo, não venha a furtar, e profane o Nome de Deus.” Prov 30;8 e 9
Quantos fariam uma oração como essa? O fato do Criador ser O Todo Poderoso, parece soar, aos ouvidos de uns, que devem pedir a Ele, necessariamente, grandezas. Porém, uma coisa é o que Ele pode; outra, o que podemos.
Se tiverem abastança ilimitada, quantos podem preservar o necessário temor e intimidade com Deus?
Não quero demais, disse, “para que, de farto não te negue e diga: Quem é O Senhor?”
A Palavra ensina que não sabemos orar como convém; “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para gastardes em vossos deleites.” Tg 4;3
A natureza humana tende a pelejar pelo que pensa que lhe falta; quando, seu grande problema é ignorar o que lhe sobra, e precisa ser tratado. Cobiça, ambição desmedida, egoísmo…
Orar como convém, é a certeza de que seremos atendidos. Fomos chamados para dar frutos, não, para ser ricos. Quem entender isso, certamente aprenderá a orar melhor.
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