Os escolhidos de Deus
De que tipo eles são?
“Deus resiste aos soberbos; dá, porém, graça aos humildes.” Tg 4;6
A ideia que o amor de Deus, por ser universal, seja também amoral, validando todo o tipo de posturas é doentia.
Igualmente enferma, a proposição de que Ele escolheria uns, para salvação, antes de nascer. Quando disse de Jacó e Esaú que o maior serviria ao menor, manifestou Sua Presciência, não, preferência.
Se Ele resiste a uns e agracia a outros, como disse Tiago, em virtude dos comportamentos, lícito nos seja concluir, que, nossas escolhas morais, têm lá sua relevância.
Não significa que alguém seja salvo por isso, pois, tanto os que recebem graça podem adotar posturas indignas, quanto, os soberbos em algum momento, virem a se arrepender, reconsiderar caminhos.
Cornélio, fazia excelentes obras e ainda orava; suas escolhas chamaram atenção do Senhor. Não foi salvo pelos seus méritos. Mas, por ter agradado a Deus, O Eterno enviou Sua graça, ao encontro dele. Poderia resistir se quisesse, mas creu.
Agradando a Deus pelas escolhas, atraiu a Graça; recebendo-a quando lhe foi enviada, culminou na sua salvação e da sua casa.
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