O justo e o ímpio
Como eles atuam
“O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece e dá.” Sal 37;21
Tomar algo emprestado, depende, no mínimo, de suas coisas; que alguém confie em nós ao ponto de emprestar; e que nos comprometamos a pagar por aquilo.
A rigor, quem toma emprestado e não paga, é como um assaltante; o que difere um e outro são os métodos. Enquanto um usa coação mediante armas, o outro usa a sedução através das palavras. No fim, ambos se revelam igualmente danosos, com a diferença que o que pediu emprestado, acrescenta ao dano, a ilusão prolongada de que irá pagar, e não faz.
O que se compadece e dá, não corre risco de nenhum prejuízo, dado que, seu altruísmo já o desprendeu do que deu.
Esse, apenas “corre o risco” de, em dias futuros também ser surpreendido com algum bem inusitado, pois, mesmo não esperando colher nada, acabou semeando um bem, para o qual, O Senhor atentou.
A Palavra aconselha: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” Ecl 11;1
Pois, “tudo o que homem semear, isso ceifará” vale também num sentido positivo.
Quanto ao que toma emprestado e não paga, um semelhante a ele, será sua colheita; “Os homens maus e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.” II Tim 3;13
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