Amor com cifrões
Apego demasiado
“Quem ama o dinheiro não se fartará de dinheiro; nem o que ama a riqueza se fartará do ganho…” Ecl 5;10
Quando alguém supõe amar outrem, no sentido erótico, uma vez conquistado esse amor, certo senso de realização, objetivo alcançado, o faz “guardar as armas”; entretanto, quem ama ao dinheiro, jamais atinge ao alvo, dado a imensa possibilidade desse “amor”.
“Jamais se fartará”. Quem nunca viu notícias acerca de milionários que se corrompem em demanda de mais; outros que sonegam impostos etc.
Isso testifica que esses, mesmo possuindo enormes quantias, ainda não possuem tudo o que desejam.
Não que, ter dinheiro honestamente, seja pecado; apenas, o devemos possuir, não, sermos possuídos por ele.
Não poucos, mesmo tendo o suficiente para um viver confortável, padecem estreitamentos derivados da avareza, não, da privação; seu amor ao dinheiro os impede de darem “liberdade de expressão” ao seu amado.
Paulo adverte: “Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e traspassaram a si mesmos com muitas dores.” I Tim 6;10
Antes aconselhara: “Porque nada trouxe para este mundo, nada podemos levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes.” vs 7 e 8
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