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Inimigos caseiros

Inimigos caseiros

Perigo da inveja

“Prepara-me uma mesa na presença dos meus inimigos.” Sal 23;5

Alguns ironizam usando a figura dos inimigos íntimos; isto é, de pessoas que privam conosco dos mesmos ambientes, contudo, não alimenta amizade sincera a nosso respeito.

Voltaire teria dito: “Que Deus me livre dos meus amigos; que dos inimigos eu me cuido.”

Pois, inimigos que se assentam à mesa conosco podem ser, sem que nos demos conta disso, tampouco, do perigo que corremos.

No caso de Davi, autor do salmo, era o menor de uma prole de oito irmãos. Samuel, enviado a casa de Jessé, seu pai, para ungir um rei, pensou nos irmãos mais velhos, cujas estaturas e experiência de vida pareciam talhadas para o cargo.

No entanto nenhum dos sete mais velhos foi o escolhido. Então, Samuel mandou chamar a Davi, dizendo que não se assentaria à mesa, enquanto ele não viesse. Quando veio ao banquete, foi ungido, escolhido para ser rei.

A insignificância, a mera disposição rotineira e funcional de alguém, passa despercebida; mas caso esse “nulo” seja guindado a um lugar alto, então, quem parecia lhe amar, do nada poderá se lhe mostrar um inimigo. “Os inimigos do homem serão os da sua própria casa;” ensinou O Salvador.

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