Não descuidemos
Dos riscos íntimos
“Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, avarento, idólatra, maldizente, beberrão ou roubador; com esse tal nem sequer comais.” I Cor 5;11
Os hipócritas, os falsos cristãos, são mais perigosos que os descrentes. Tanto que, Paulo aconselhou a manter distância segura desses.
A “fidelidade” dos maus, foi apreciada: “Deus me livre dos meus amigos; dos inimigos eu me cuido.” Voltaire
Pois, o conselho do apóstolo, que veio antes, deve ter ensejado esse.
Em meio aos nossos “amigos” tendemos a andar descuidados, como nossa vigilância em stand by; afinal, estamos em ambiente “seguro”. Por isso, eventual maldade dos “chegados,” tem um potencial deletério muito maior.
Então a importância de sermos seletivos com nossas amizades, cuidadosos, sobre, com quem partilhamos nossos segredos.
Não encontramos na bíblia o dito: “Diga-me com quem andas, e te direi quem és;” porém, o conselho: “Deixai a insensatez, e vivei; andai pelo caminho do entendimento.”
Ainda, “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; antes tem seu prazer na lei do Senhor, na Sua lei medita dia e noite.” Sal 1;1 e 2
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