Ano novo ou velho?
Nadar contra a corrente
Eis o ano que vem, todinho de branco!
a espera como nova página, do Word;
as estradas abertas, o caminho franco,
ante a geração que prefere o off Road;
instáveis, quais rudimentares palafitas,
se farão, os ecos solícitos de nossa voz;
se só votarmos as melhorias, fortuitas,
não girarmos a chave que está em nós;
somos os coautores da sorte, imagino,
que o adulto solta o hábito de fedelho;
e invés de culpar, ao inocente destino,
às vezes devemos quebrar ao espelho;
a erva da vida não se adubo com bosta,
antes, co’a Palavra Santa, do nosso Pai;
sabedoria nos chama damos as costas,
o vício diz: Morra otário! E a gente vai;
esse será um novo ou velho, responda?
pois, nenhuma carta inda foi escolhida;
podemos apenas derivar, na suja onda,
ou, nadar contra, na piracema da vida…
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