A Graça é mui séria
O necessário equilíbrio
“Se é pela graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça não é graça.” Rom 11;6
Nos acusam de pretender ser salvos por obras, porque defendemos que todo o homem terá que responder favoravelmente ao Evangelho.
Jamais ouvi um cristão sério esposando salvação por obras. Isso se aproxima do espiritismo.
A única “obra” que Deus requer, é a fé; “… A obra de Deus é esta: Que creiais Naquele que Ele enviou.” Jo 6;29
Devemos ir, arrependidos, ao Salvador. Somos capacitados pelo Espírito Santo; mas, é ressalvado nosso direito de não irmos, se não quisermos.
“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas vida eterna; são elas que dão testemunho de Mim; mas não quereis vir a Mim para terdes vida!” Jo 5;39 e 40
“não quereis”, respeita à vontade; diferente de, não fostes eleitos, que seria necessário, segundo o credo calvinista.
“A fé é um dom de Deus.” Cristo também é; ambos podem ser rejeitados.
Quando alguém imputa a eventuais oponentes, coisas que eles jamais defenderam, a peleja deixa de ser pela ortodoxia; antes, por honestidade.
A graça, porém, não prescinde das obras correspondentes, como testemunho; “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.” Ef 2;10
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