O piloto confiável
O Único
“Mas o centurião dava mais crédito ao piloto e ao dono do navio, que, às coisas que Paulo dizia.” Atos 27;11
Necessitando viajar até à Itália, homens altercavam num momento de indecisão, dadas as condições climáticas. Paulo, o prisioneiro do Senhor, advertia que a navegação seria danosa caso seguisse.
O dono e o piloto do navio afirmavam o contrário. O centurião que escoltava Paulo, decidiu “tecnicamente”. O apóstolo nada sabia de navegação, que se recolhesse à sua insignificância.
Contudo, os fatos mostraram que o apóstolo estava certo. Na tempestade, derivaram por certo período; lançaram o trigo ao mar; por fim, acabaram naufragando em Malta.
Muitos cometem erros semelhantes, por causa da “técnica” alienados do Espírito Santo. Nada contra o estudo, a busca necessária pelo conhecimento. Haja luz!
O problema acontece quando, alguém, por conhecer idiomas originais, história, arqueologia, teologia, despreza a ação insubstituível do Espírito Santo.
Se, malgrado, aqueles predicados todos, alguém é guiado pelo Espírito, esse é uma bênção. Porém, o que faz deles um substituto à Bendita direção do Santo, tem tudo para naufragar. Afinal, quem nos avisa dos riscos da “navegação” é a consciência, não a habilidade náutica. Essa é dirigida pelo Espírito. “Conservando a fé, e a boa consciência, a qual, alguns havendo rejeitado, naufragaram na fé;” I Tim 1;19
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