A temperança
O necessário equilíbrio
“Mas, prove cada um, sua própria obra, e terá glória só em si mesmo, não noutro.” Gal 6:4
O risco de termos no erro alheio nosso “acerto”, invés do zelo para andarmos corretamente, espreita; qualquer um pode errar nisso.
Os discípulos de Jesus, zelosos de seu “exclusivismo” quiseram barrar a terceiros; “… Mestre, vimos um que em Teu Nome expulsava demônios, e lhe proibimos, porque não segue conosco. Jesus lhes disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós.” Luc 9:49,50
O Mestre foi claro: “… Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros.” Mc 9:50
Porém, não derivemos da ausência de exclusivismo denominacional, uma heresia.
Qualquer um poderá pregar o Evangelho, atuar segundo seus dons, não é prerrogativa duma denominação, como pensam as seitas. Católicos, Adventistas, Mórmons, Testemunhas de Jeová etc.
Porém, O Ministério do Salvador é exclusivo sim: “… ninguém vem ao Pai senão por Mim.” Jo 14;6
Essa balela “inclusiva” do ecumenismo, onde todos “estão certos” por errados que estejam, é o outro lado do exclusivismo sectário. Ambos servem ao canhoto.
Nem sermos severos com erros alheios, nem tolerantes para os avalizarmos. Afinal, “O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, tanto um quanto, outro são abomináveis ao Senhor.” Prov 17:15
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