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O santo esconderijo

O santo esconderijo

Começar e terminar

“Agora, porém, completai também o já começado, para que, assim como houve prontidão de vontade, haja também o cumprimento…” II Cor 8:11 

Paulo se referia a uma coleta aos cristãos pobres. Porém, abordaremos o desleixo de começar algo e largar, inconcluso. 

O Senhor exortou a calcularmos os gastos antes de segui-lo, por causa das renúncias necessárias.  

Se, do ponto-de-vista dos méritos, a salvação é totalmente de graça, no prisma do esforço requerido, há uma intensa renúncia em jogo. “Qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser Meu discípulo.” Luc 14:33 

Os que equacionam a Graça, com uma espécie de carta branca para pecar, rumando à libertinagem invés da santificação, precisam meditar seriamente nisso e suas implicações. 

“Render-se” a Cristo meramente pelas emoções, nunca termina bem. Ele figurou isso como semente em solo pouco profundo; logo nasce, presto, seca. 

Por isso, ninguém deve ser encorajado a aderir sem entender; nem coagido a comprometer-se com palavras, quem não estiver disposto a se comprometer com a própria vida. 

É fácil dizer que crentes “se escondem atrás da Bíblia”, como muitos fazem. Difícil é ter coragem para também ingressar no “esconderijo” sabendo das demandas necessárias. “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará…” Sal 91;1 

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