As tradições
Escolhas espúrias
“Bem invalidais o Mandamento de Deus para guardardes vossa tradição.” Mc 7:9
O catolicismo defende a tradição e o Magistério; encíclicas papais pretéritas, ou que vierem a circular no presente, como diretrizes normativas.
Sua bronca em relação aos protestantes é que esses nada aceitam além da Bíblia como norma. Se, algum extrapola, omite ou acrescenta algo, se dizendo protestante, poderá ter aceita sua peculiaridade pontualmente; os ortodoxos o rejeitarão como herege.
Alguns textos que validam tradições, foram dados em tempos de Escrituras incompletas, onde, Paulo exortava a permanecer no que fora aprendido, avessos a mudanças.
Entretanto, fez questão de vetar tradições espúrias.
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias, vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, não, segundo Cristo;” Col 2:8
Qualquer tradição, pois, que colide com A Palavra de Deus, por antiga que seja, deve ser cabalmente rejeitada.
Antiguidade não é sinal de probidade; assim como, cabelos brancos, não significam, necessariamente, um caráter digno. Ruy Barbosa dizia: “Não te impressiones com os cabelos brancos; os canalhas também envelhecem.”
Então, o que afronta à Palavra, mesmo se cunhado em hieróglifos nas pirâmides, deve ser rejeitado como espúrio. “Nada acrescentes às Suas Palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso.” Prov 30:6
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