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Conclave

Jogo do amor

As conquistas que amor próprio consegue,
fazem jus a um troféu da vergonha na cara;
não são as coisas que, a maioria persegue,
mas, quem logra sabe, o quanto são caras.

a paixão reforça às grades do seu presídio,
mas, no sonho de liberdade viça o menino;
quem foge dessa sorte rasteira, qual ofídio,
prefere o brio altivo e solo, do voo aquilino;

não que seja senhor dos rumos do coração,
não pode insensibilizar-se ao menos, anula;
aguardando a simbiose, quando os dois são,
não a exploração, quando algum manipula;

jogo do amor vence-se terminando empate,
é perdedor precoce quem a vitória procura;
enquanto dúbio, esse conclave inda debate,
que da chaminé se eleve, u’a fumaça escura…

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