A primeira pedra
Era impossível
“… Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Moisés nos ordena na lei que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Jo 8;4 e 5
Por que não resolveram a coisa entre eles mesmos? Por que precisavam da sentença de Jesus?
Não tinham nenhuma dificuldade com apedrejamentos, até por motivos injustos, como evidenciaram mais tarde, contra Estêvão.
Não lhes interessava fazer justiça. Seu objetivo era deixar O Senhor em “maus lençóis”. Informados do viés benevolente do Salvador, pensavam: Se Ele impedir que apedrejemos, “provaremos” que é um sedicioso, fora-da-lei. Assim, foram com sede ao pote, antegozando a esperteza que presumiam ter.
Pouco importava sua parcialidade, apresentando apenas a mulher; a lei dizia que ambos os adúlteros deveriam morrer. Vai saber o que O Senhor rabiscou, no chão… bem poderia ser o texto que ensinava sobre aquilo.
Então, como insistiam por uma sentença, disse: “… Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” v 7
Apenas a primeira pedra, deveria ser atirada por um justo; as demais poderiam ser pelos pecadores. Mas, onde estava este? Todos sumiram.
Não significa que pecado deixou de ser pecado depois de Cristo. Antes, que Ele, o Único Justo que poderia condenar, primeiro oferece oportunidade, para o pecador se arrepender.
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário