A Divina Onisciência
O Oleiro e o barro
“Ai dos que querem esconder profundamente seu propósito do Senhor, fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece? Vós tudo perverteis, como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me fez; e o vaso formado dissesse do seu oleiro: Nada sabe.” Is 29:15 e 16
A intenção de escondermos os males feitos, dos Olhos de Deus, traz anexo um novo mal; blasfêmia. Sinaliza que estamos reduzindo O Senhor, à estatura humana. “… como se o oleiro fosse igual ao barro…”
Para Ezequiel, O Eterno mostrou gente grande do templo, adorando imagens pintadas na parede, numa câmara escondida, no próprio templo; Ez 8;10 e 11
Cada um pode fazer o que bem lhe parecer. Só, ninguém pode fazer O Criador, menor do que Ele É. Estejamos cientes da Sua Onisciência. “Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, mais penetrante do que espada alguma de dois gumes; penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. Não há criatura alguma encoberta diante Dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.” Heb 4;12 e 13
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