O sétimo mandamento
A pureza no matrimônio
“Não adulterarás.” Ex 20:14
A pureza no relacionamento conjugal. Se nos “novos tempos”, até vasta gama de sexualidades alternativas está em voga, em se tratando de Deus e Sua Lei, as coisas ainda devem ser como no princípio.
O padrão é heteronormativo e monogâmico. Nos provérbios encontramos: “Bebe água da tua fonte, das correntes do teu poço. Derramar-se-iam as tuas fontes por fora, pelas ruas os ribeiros de águas? Sejam para ti só, não para os estranhos contigo. Seja bendito teu manancial, alegra-te com a mulher da tua mocidade.” Prov 5:15 a 18
Essa balela mundana dos que falham nos compromissos assumidos, porque o “amor acabou”, diante de Deus não cola. O que acaba é o desejo, a paixão; a fuga de um dever, se mostra mais desejável que honra, e coisas assim. Do amor veraz está dito: “O amor nunca falha…” I Cor 13;8
No mundo vale até relacionamentos “abertos” onde ambos concordam em serem infiéis. Por dois ímpios estarem de acordo sobre algo, em nada altera o que Deus ordenou.
O divórcio, em certos casos é aceitável diante de Deus; “… por causa da dureza dos vossos corações…” Mat 19:8 Mas, adultério em hipótese alguma. “O que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói sua alma.” Prov 6:32
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