Em defesa da verdade
É necessário preparo
“Como te roguei, quando parti para a Macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires alguns, que não ensinem outra doutrina” I Tim 1;3
Paulo reiterando, o que pedira ao jovem pastor; que guardasse a igreja em Éfeso, contra a infiltração de outros ensinos.
Infalivelmente, onde tiver algo sendo feito por Deus, atinente ao bem, humano, sempre haverá o “contraponto” da oposição. Onde O Evangelho era ensinado, sempre surgia um novo “ministro” com uma “visão” diferenciada que pervertia tudo.
Fora assim entre os gálatas, os coríntios, em colossos e em toda parte. A sutileza do maligno não faz com que ele resista à verdade frontalmente, antes pervertendo-a.
“Como Janes e Jambres resistiram a Moisés, estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento, réprobos quanto à fé.” II Tim 3:8
Como, os magos do Faraó resistiram a Moisés? Imitando fraudulentos aos sinais que ele fazia. Os que resistem à sã doutrina, imitam em parte, sonegando verdades essenciais, privando a mensagem do seu “princípio ativo.”
Um guardião, é mais que resiliente. É alguém esclarecido acerca da verdade.
Além da boa vontade para sua defesa é necessário que sejamos edificados no conhecimento, “Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” Ef 4:14
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