A surpresa do juízo
Contra os profanos
“Na mesma hora apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal…” Dn 5:5
O rei Belsazar estava se esbaldando em suas orgias e bebedices no palácio em Babilônia. Até vasos do Templo de Deus que fora saqueado em Jerusalém foram usados. Tudo ia muito bem na corte, até que, foi mal.
Uma mão misteriosa começou a escrever na parede do palácio, o que eles intuíram se tratar de uma mensagem de juízo. A alegria saiu de cena, a festa perdeu a graça. “Mudou-se então o semblante do rei, seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, seus joelhos batiam um no outro.” v 6
Enquanto o juízo Divino parece apenas uma coisa distante, as pessoas não se incomodam. Seguem às suas ímpias maneiras; muitos, sequer temem profanar às coisas santas.
Porém, quando o juízo começa a ser escrito na parede interna da própria casa, uma enfermidade grave assola, uma calamidade qualquer, então, lembram de Deus, dos Seus servos; naquele caso, Daniel.
Ele interpretou o significado, o fim daquele reino, o que se cumpriu na mesma noite. Assim acontece com os que, dão de ombros quando advertidos e se “convertem” apenas nas emergências. “O que Me der ouvidos habitará em segurança, estará livre do temor do mal.” Prov 1:33
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