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Negligência espiritual

Negligência espiritual

Um grave descuido

“Do qual muito temos que dizer, de difícil interpretação; porquanto vos fizestes negligentes para ouvir.” Heb 5:11 

Interessante que a dificuldade de interpretação, acerca do Sacerdócio Eterno de Cristo, não era derivada da doutrina; antes, da preguiça dos ouvintes em assimilá-la. “Porquanto, vos fizestes negligentes para ouvir.” 

Tende, o ser humano, a ouvir de boa vontade, àquilo que lhe dá prazer, mesmo que seja enfermiço; e se mostrar refratário ao que requer algum esforço, malgrado, seja vital. 

Assim, nas coisas pertinentes à sã doutrina. Demandam algum esforço, interesse, para que as entendamos. Por outro lado, as falsas profecias, “descem redondo”, pois, foram criadas para isso; para entorpecer, invés de despertar. 

Nas coisas naturais, o homem se torna paciente à menor enfermidade; aceita diagnósticos, e se submete ao tratamento, conforme prescrito. Porém, nos assuntos espirituais, que respeitam a eternidade, nem sempre a reação é semelhante. 

O menor esforço requerido, já soa como carregar pedras morro acima. Paulo aconselhou a Timóteo, que tratasse ambas as dimensões, a temporal e a eterna na perspectiva correta: “Rejeita as fábulas profanas e de velhas, exercita a ti mesmo em piedade; porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir.” I Tom 4:7 e 8 

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