A vida debaixo do sol
E mais além
“Melhor é a boa fama que o melhor unguento, e o dia da morte, que o dia do nascimento de alguém.” Ecl 7:1
Que a boa fama seja melhor que um excelente perfume é pacífico; entretanto, o dia da morte, melhor que o do nascimento dá o que pensar.
Como as cogitações alistadas no Eclesiastes versam sobre a vida “debaixo do sol”, nesse escopo devemos tentar entendê-las.
Nas suas meditações ele aquilatou tudo como vaidade de vaidades; que a vida terrena não traz proveito, apenas um cansaço inútil, aquirindo posses que, no fim não se vai usufruir. O dia da morte seria uma espécie de “missão cumprida”; por outro lado, o nascimento, a assinatura de um contrato comprometendo-se a sofrer por algumas décadas.
Talvez sejam esses os parâmetros, de onde derivou sua sentença em apreço.
Contudo, não restringiu suas observações estritamente à vida terrena, como se, nada mais existisse; ao encerrar suas reflexões acerca das incidências “debaixo do sol” Salomão apontou para um objetivo um pouco mais “acima”; “De tudo que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, até o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.” Ecl 12:13 e 14
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