O decreto real
pela liberdade
“Por mim se decreta que no meu reino todo aquele do povo de Israel, seus sacerdotes e levitas, que quiser ir contigo a Jerusalém, vá.” Ed 7:13
Normalmente um decreto real era ordenando que se fizesse ou não, a alguma coisa.
Pois, no decreto do rei persa, encontramos uma peculiaridade. Ele ordenou liberdade de escolha. Quem quisesse ir com Esdras a Jerusalém poderia fazê-lo.
A mão de Deus esteve atuante notoriamente para a libertação do Seu povo; primeiro usou Ciro no decreto original; depois, Dario quando os inimigos dos israelitas consultaram sobre a obra.
Quando O Eterno decide fazer algo, usa aos que possuem autoridade, afinal, todo o poder está com Ele.
Como disse Daniel, “Ele muda os tempos e as estações; remove os reis e estabelece reis; Ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos.” Dn 2:21
Quanto aos cativos do pecado, “decretou” algo semelhante; quem quiser ir ao encontro do Salvador que liberta vá, ninguém o impeça. Nenhum poderá culpar a terceiros, caso se perca. A convite à salvação é apresentado a cada um em particular. Quem quiser, poderá apresentar suas desculpas fajutas. Porém, diante do Eterno, meias verdades não colam. “Não há criatura alguma encoberta diante Dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.” Heb 4:13
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