O modo digno
Os indignos
“Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados.” Ef 4:1
Não parece estranho um prisioneiro dando conselhos acerca de dignidade? Grosso modo, poderia parecer. Dignidade não tem a ver com as circunstâncias; antes, com os valores nos quais se vive.
Dependendo da saúde de uma sociedade, pode um homem probo estar preso e um biltre em posição de autoridade.
O valor de alguém não é medido pelas adversidades; eventualmente, quanto mais digno, mais ameaçador, mas temido pelos que são indignos e, perseguido.
Notemos que, mesmo estando naquela situação pela força das mãos humanas, Paulo se disse, “preso do Senhor.”
Sabia a causa pela qual era perseguido, e, que O Senhor faria ser diferente, se assim o quisesse.
Ele sabia onde estão as recompensas dos fiéis, e nisso descansava; noutra carta disse: “Se esperarmos em Cristo apenas nessa vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” I Cor 15;19
Se os demais cristãos devem andar de modo digno segundo a vocação na qual foram chamados, isso nos deve ser pacífico de entender. O mesmo apóstolo escrevendo a Timóteo disse: “O fundamento de Deus fica firma tendo este selo: Deus conhece os que são Seus; qualquer que profere O Nome de Cristo, aparte-se da iniquidade.” II Tim 2;19
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