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A virgindade necessária

A virgindade necessária

Teologia espúria

“Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e de Simão? Não estão aqui conosco suas irmãs? Escandalizavam-se Nele.” Mc 6;3 

Jesus parecia “normal” demais para ser quem dizia ser. Família conhecida, profissão comum. Quatro irmãos, e no mínimo, duas irmãs.  

Para os que “precisam” da virgindade perpétua de Maria, os irmãos não eram irmãos. Se fosse filho único, seria dito.  

Alguma “teologia” estúpida ensinou a ideia de que o pecado original foi o sexo. Não é só um erro; é blasfemo. Deus ordenou ao primeiro casal, que se multiplicassem, enchessem a terra; se o meio que criou, foi a relação conjugal, como puniria, por fazer algo que Ele ordenara e abençoara? 

Deus seria injusto, déspota, indigno de confiança; francamente!! 

Porém essa “teologia” precisa que Maria siga sempre virgem para ser santa.  

Dessa mesma fonte, a imposição do celibato aos padres, para que seus pecados sexuais sejam escondidos, porque tolhidos duma vida normal. 

Santidade tem a ver com separar-se do mundo e seus valores invertidos e consagrar-se ao Senhor. Mandamento para todos, não para os que abstêm do sexo. “Como é santo aquele que vos chamou, sede também santos em toda vossa maneira de viver; porquanto está escrito: Sede santos, porque Eu Sou Santo.” I Ped 1:15 e 16 

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