Os sectários
“Os quais também mataram o Senhor Jesus, seus próprios profetas, e nos têm perseguido; não agradam a Deus, são contrários a todos os homens, nos impedem de pregar aos gentios para que possam ser salvos, a fim de encherem sempre a medida de seus pecados; mas a ira de Deus caiu sobre eles até ao fim.” I Tess 2:15 e 16
Os judaístas daqueles dias. Mataram ao Senhor, perseguiam Seus servos, sobretudo, o próprio Paulo, e impediam de pregar aos gentios.
Toda a seita tem pretensão exclusivista. Apenas nossa visão é correta; somos a “única igreja verdadeira”, senão, conosco, ninguém está certo, fora daqui não há salvação etc.
A unidade da Igreja é espiritual, não institucional; “Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.” Ef 4;3
Os que têm o mesmo espírito, sentem paz entre si e se respeitam, malgrado, eventuais diferenças, sobre algum escopo doutrinário.
Quem se sente o dono da verdade e pretende ingerir sobre a fé alheia, já está dando eloquente demonstração de sectarismo; quando perseguir aos “concorrentes” se mostra mais atraente que, anunciar salvação aos perdidos, esse tal já está perdido, por pretender que seu umbigo seja o mapa; não, a cruz de Cristo.
Quem sente que precisa combater outrem que anuncia a salvação, não está a serviço do Salvador.
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