A resposta da terra
Depende de nós
“Porque a terra que embebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus; mas, a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada; perto está da maldição;” Heb 6:7 e 8
Os que esposam o ensino do uma vez salvo sempre salvo, que os “eleitos” não podem se perder, não leram o texto acima; se o fizeram, não entenderam.
O contexto mostra que se trata de uma alegoria atinente à salvação, e a possibilidade de que a ela se perca. A “chuva” é a Divina Graça que Deus derrama pelo Seu Espírito. “Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então o deserto se tornará em campo fértil, o campo fértil será reputado por um bosque.” Is 32:15
A resposta da terra, nossa reação; tanto podemos produzir erva proveitosa, quanto, espinhos. No primeiro caso, para bênção; no segundo, maldição.
Está escrito com todas as letras; não se trata dum texto difícil. O Eterno disponibiliza Sua Graça todos; porém, espera a contrapartida da obediência nos que a recebem.
Afinal, fomos eleitos “em Cristo” para um propósito, que, uma vez negligenciado, desperdiça à Graça; ou, como disse Judas, “… convertem em dissolução a Graça de Deus…” Jd v 4 Perseveremos, pois.
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