Não condene-se
Santifique-se
“… Bem-aventurado aquele que não condena a si mesmo naquilo que aprova.” Rom 14:22
Certa vez ouvi alguém ler esse texto e “interpretar” assim: “Não podemos nos condenar por qualquer coisinha que fazemos. Condenação é obra do acusador…”
Dois erros bem graves nessa forma de ler A Palavra de Deus. Um sobre a função do acusador; outro, sobre o que significa condenar a si mesmo.
O inimigo acusa-nos diante de Deus, como fez acerca de Jó, mesmo sem motivo. Quanto mais escolhermos o erro, mais nos dirá que temos direito, que somos filhos de Deus, o Pai perdoa tudo etc.
Quem acusa quando erramos, é nossa consciência no Espírito Santo. Faz ver nossos erros, e porfia para que nos arrependamos. Se o inimigo fizesse esse trabalho, estaria dando um tiro no casco.
O homem “condena a si mesmo”, quando, compactua com coisas que Deus declarou réprobas; não faz separação entre o santo e o profano; isso redundará em condenação.
Quando descreve o cidadão dos Céus, diz: é um, “A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor…” Sal 15:4
Invés de “inclusivo” para o aplauso humano, é seletivo, santo, segundo Deus. Afinal, “Quem justifica o ímpio, e quem condena o justo, tanto um quanto, outro, são abomináveis ao Senhor.” Prov 17:15
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