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Razão; no espírito

Razão; no espírito

O homem sensual

“Estes são os que se separam, sensuais, que não têm o Espírito.” Jd 1:19 

Características dos incrédulos imiscuídos entre os santos, na denúncia de Judas. 

“Sensuais…” Acostumamo-nos com o uso dessa palavra num sentido meio erótico; de alguém insinuante, nessa área, capaz de despertar desejos. Todavia, não precisa ser assim, necessariamente.  

Tudo aquilo que atua na área dos sentidos do corpo, visão, audição, tato, paladar e olfato, de certa forma é sensual; isto é: pode ser captado pelos sentidos naturais. 

Em contrapartida, temos o homem espiritual, que, pela intuição, comunhão com Deus mediante Sua Palavra, e consciência no Espírito, pode entender, e se comunicar nessa dimensão. 

Judas disse que os sensuais não têm O Espírito; eles estão do outro lado do muro. 

Mesmo que haja alguma boa vontade no homem natural, ao mundo espiritual não acessa mediante voluntarismo; “… aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus.” Jo 3;3 

Paulo, ora pontua a impotência do homem carnal para obedecer; “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à Lei de Deus, nem pode ser.” Rom 8:7  

Outra, de entender; “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” I Cor 2:14 

Atinente à vida eterna, pois, o racional é espiritual. 

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