O pão dos Céus
Sabor espiritual
“Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; dos pepinos, melões, porros, cebolas e dos alhos. Mas agora, nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos. Era o maná como semente de coentro; sua cor como a cor de bdélio.” Nm 11:5 a 7
O populacho que se misturara aos hebreus quando esses foram libertos do Egito, durante o êxodo, reclamando do Maná que caía graciosamente todas as noites.
Para eles a comida do Egito era preferível. O texto diz: “Espalhava-se o povo e colhia; em moinhos o moía, ou num gral o pisava, em panelas o cozia, e dele fazia bolos; seu sabor era como o sabor de azeite fresco.” v 8
Sabem os estudiosos da Palavra que azeite é um símbolo do Espírito Santo, usado para unção de reis, sacerdotes e profetas.
Pois, em cada congregação acontece algo semelhante até hoje. Muitos que se misturam ao povo de Deus em momentos de agitação, misturam-se, sem pertencer. Seu paladar ainda é pelos manjares do “Egito”; preferem as coisas mundanas mesmo que precisem camuflar a dieta lupina com rótulos góspeis.
O alimento servido pelo Sumo Pastor, tem sabor de azeite fresco; do Espírito Santo. Quem não tem paladar para esse, pode voltar ao Egito, está no lugar errado.
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