A ira futura
O Divino juízo
“Vendo ele, muitos fariseus e saduceus que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?” Mat 3:7
João Batista contra os religiosos de então. Invés de serem os favoritos do Eterno, como presumiam, estavam em rota de colisão com a “ira futura”; o juízo de Deus.
Longe de mim essa coisa ácida, despropositada, de combater “a religião, o sistema, os religiosos” genericamente, como alguns fazem.
O essencial é um relacionamento mediante Jesus Cristo; porém, também é uma religião. Só um hipócrita negaria.
O problema não é alguém ser religioso, pois; o risco reside em confiar nisso; aprender cacoetes duma crença, cumprir friamente seus ritos e achar que isso basta.
Somos tirados do lodo, não porque sejamos melhores que os que ainda estão lá; antes para aprender a viver em novidade de vida, servir de estímulo, para que mudem também.
“Tirou-me dum lago horrível, um charco de lodo, pôs meus pés sobre uma rocha, firmou meus passos. Pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, temerão e confiarão no Senhor.” Sal 40:2 e 3
Quem defende que não precisa congregar, podem servir a Deus à sua maneira, está no mesmo erro dos exortados por João. “Quem vos ensinou a fugir da ira futura?”
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário